23 de março de 2017

Nos confins do Brasil: Exército reforça patrulhamento e faz reconhecimento de marcos na fronteira com a Venezuela

EXÉRCITO REFORÇA PATRULHAMENTO E FAZ RECONHECIMENTO DE MARCOS NA FRONTEIRA
Equipe percorreu área fronteiriça e coletou informações com os indígenas da região que faz fronteira com a Venezuela


PABLO ROCHA RORAIMA 

O Exército reforçou o patrulhamento na fronteira do Brasil com a Venezuela, ao Norte do Estado, para coibir a entrada de drogas, armas e criminosos pela região fronteiriça. Durante quatro dias, uma equipe do 5º Pelotão Especial de Fronteira (5ºPEF), localizada em Auaris, na Terra Indígena Yanomami, composta por nove militares, realizou um patrulhamento na faixa de fronteira roraimense no extremo Oeste do país.
Além de combater ilícitos transfronteiriços, eles patrulharam os marcos fronteiriços e estabeleceram contato com as comunidades indígenas lindeiras. A patrulha passou dois dias fazendo deslocamento a pé pela selva, no interior da terra indígena para chegar à fronteira com a Venezuela e percorrer os marcos.
“Cabe ressaltar que, apesar das dificuldades de deslocamento para chegar à localidade, por conta da distância e do terreno acidentado, os marcos daquela região foram reconhecidos, limpos, bem como a comunidade Ye'kuwana local passou informações da região aos militares”, explicou o major Rodrigo Luís, da comunicação do Exército.
Roraima Music/montedo.com

11 comentários:

Anônimo disse...

Parece até piada! Nove militares para patrulhar a fronteira infestada de traficantes e marginais de toda a espécie. Esse não é mais o exército de Caxias.

Anônimo disse...

Ao que tudo indica, as "portas" estão e continuarão abertas para o livre trânsito de traficantes e suas "preciosas e volumosas" mercadorias, pois o governo brasileiro trata este assunto como algo corriqueiro, comum e sem a mínima importância. Investir pesado nos pelotões de fronteira e no patrulhamento intensivo da região seria algo extremamente oneroso e "desnecessário" na visão medíocre ,simplista e ignorante de nossos governantes.

Anônimo disse...

Isso aí é só faz de conta...

Anônimo disse...

O EB precisa se fazer presente, mesmo que esporadicamente, como nesse caso. Ter bom relacionamento com as comunidades indígenas é primordial para se obter informações e reforçar a confiança nos militares.É impressionante como aparecem "paraquedistas" estrangeiros na floresta com mil desculpas. Em Porto Velho, onde existem duas comunidades de estrangeiros, uma alemã e outra americana, ditos como linguísticos(?), haviam índios pacificados que não gostavam nem de ver os soldados brasileiros.Eles atuavam em outras áreas distantes e tinham um hidroavião e uma excelente estrutura de vilas. Se instalaram em uma grande área bem ao lado do aeroporto/Base Aérea e na beira do rio.

Anônimo disse...

Estão pensando que é moleza? Essa caminhada pela selva é extenuante. Uma certa época estava destacado na fronteira e chegou um funcionário do Ministério das Relações Exteriores(acho que era esse), justamente para checar os marcos de fronteira que certamente estavam encobertos pelo mato. O tal funcionário, pelo porte físico(gordinho, baixinho e possivelmente com pressão alta), não aguentaria uma caminhada nem no Parque Ibirapuera(SP). Combinou com os índios locais de o levarem pela mata para localizar os tais marcos,via GPS. Ele se "preparou" todo. Encheu uma garrafa PET de 2 litros com água e foi para a missão. Duas horas depois estava de volta, ofegante, parecia que tinha tomado banho de tanto suor e estava sozinho. A água dele acabou em meia hora e no caminho de ida, o capinzal começou a crescer, crescer, ficar maior que ele e os índios lá na frente mandando ver, na caminhada rápida deles. Ele perdeu os guias de vista e resolveu voltar. Ainda bem que acertou o caminho de volta. Decidiu que não tentaria de novo e deixaria a missão para outra equipe, provavelmente o EB.

Garivaldino Ferraz disse...

Eu sei que a redação não foi do amigo Montedo e sim da sua fonte original, mas há um equívoco ao final do primeiro parágrafo. Roraima não fica no extremo Oeste do país, mas sim no extremo Norte. Talvez a expedição dos bravos Guerreiros do 5º PEF tenha percorrido a fronteira no "extremo oeste do Estado".
Por outro lado, aos que criticaram o reduzido efetivo da patrulha, devem desconhecer o que seja o efetivo de um Pelotão, mesmo de um PEF.
Desconhecem também o que seja a região Amazônica, onde para efetivamente "fechar a fronteira" com a Venezuela, de aproximadamente 2.200 Km necessitaria colocar um homem a cada dois ou três metros de distância (um efetivo hipotético de mais de 700.000 homens para um Exército que possui pouco mais de 200.000 combatentes).

Lucas vilhena de moraes disse...

Serví como médico, EB, em 1992, Surucucu. Sei como é árdua e difícil a atuação dos PEF's naquela região. Parabéns a todos Guerreiros de Selva, militares da MB, EB E FAB, servindo ao Brasil, que mantém nossas fronteiras seguras.

Anônimo disse...

Parabéns aos companheiros.

Anônimo disse...

Servi por 4 anos na Fronteira, tenho muito orgulho ter dado a minha contribuição aos brasileiros tão esquecidos que moram nesses locais abandonados pelos Governos em todos os níveis.
SELVAAAAA !!!!!!!!!!!

Anônimo disse...

Nove militares para patrulhar a fronteira e milhares em BSB no ar condicionado e de camisa bege. Que exército é esse?

Anônimo disse...

O Exército tem militar sobrando, não precisa de mais...Pois abre vaga até para militar trabalhar na AGU, Justiça Militar e ABIN (cargos fora da Força)... Estamos muito bem de efetivo, pois do contrário teríamos mais militares na atividade fim (patrulhamento) do que nas atividades meio nas salas refrigeradas cercadas de vidros blindex em Brasília.

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