30 de janeiro de 2016

Após temporal, prefeito de Porto Alegre pede ajuda ao Exército para reparar estragos

Prefeitura deve pedir ajuda do exército para normalizar cidade
Prioridade é restabelecer água e energia para bairros mais atingidos
Porto Alegre (RS) - O prefeito em exercício, Sebastião Melo, afirmou à Rádio Guaíba na manhã deste sábado que vai pedir ajuda do Exército para ajudar a normalizar a situação de Porto Alegre após o forte temporal da noite de sexta-feira. "Os estragos foram muito grandes, mas as prioridades são restabelecer energia na cidade, principalmente nos locais que determinam o abastecimento de água; remover tantas árvores quanto for possível; reforçar os agentes de trânsito e também limpar as vias", disse.
Nesta tarde, a prefeitura vai se reunir com a Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE), o Corpo de Bombeiros, a Brigada Militar e o Exército, com o qual já há contato desde as primeiras horas da manhã, para criar um plano de esforço concentrado para recuperar a capital gaúcha, que tem áreas sem luz e sem água há mais de 12 horas. As áreas mais atingidas ganharão atenção especial nestes primeiros momentos.
Dentre as medidas já tomadas está o cancelamento do carnaval de rua da Cidade Baixa, um dos bairros mais castigados pelos ventos e pela tempestade. "Nós achamos que era inaquadequado realizar o evento, conversamos com os blocos e, portanto, não teremos carnaval de rua neste sábado", assegurou Sebastião Melo.
Melo também comentou que é possível pedir um decreto de emergência, mas que, no momento, a maior preocupação da prefeitura é tentar arrumar os maiores estragos causados ainda neste sábado para maior conforto e tranquilidade da população. "Se for necessário fazer, faremos", falou, não descartando um futuro pedido.
No início da tarde, Sebastião Melo e Paulo de Tarso, presidente da Companhia Estadual de Energia Elétrica (CEEE), vão sobrevoar Porto Alegre para ter maior dimensão da situação e focar o trabalho de restabelecimento de energia. O prefeito em exercício também pede que a população colabore e racione água, já que não há prazo definido para normalização dos serviços.
Correio do Povo/montedo.com

8 comentários:

Anônimo disse...

Porque não chamam aquele que queriam pintar o carro deagora combate de rosa, pintam a cidade de rosa , façam alguma coisa pela cidade bando de ....

Anônimo disse...

EB não é bombril. façam a rima para estes senhores

Anônimo disse...

Danou-se! Chamem os sem teto, sem terra e sem caráter para ajudar. Roubaram todo o dinheiro e sacanearam os militares e agora querem ajuda??

Anônimo disse...

Eu fico imaginando se as "garotas de programa", no sentido amplo da palavra, entrarem de greve...quem será q vão chamar pra substitir...o exercito????

Anônimo disse...

Absurdo isso... Temos que reagir na forma da lei e exigir a reação dos Cmts contra estas aplicabilidades da tropa que não sejam em situações de calamidade pública. Neste caso, houve a destruição do patrimônio público e privado, porém isto não pode ser considerado calamidade. Os militares não recebem nenhum tipo de gratificação sob periculosidade ou insalubridade e o que é pior, ficarão à míngua se alguma enfermidade lhes vier a ser acometida.

Anônimo disse...

Os militares das Forças Armadas também precisam de ajuda!

Anônimo disse...

TODOS chamam as Forças Armadas quando precisam mas na hora de aumento de salários,sempre votam contra ! Deveriam chamar o exército do Stédile !

jonecy disse...

Roubam tudo que podem, quando estão na merda, chama o Exército, os Severinos resolvem tudo.

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