4 de janeiro de 2016

Marechal Rondon: sertanista, militar e defensor indígena

HOJE É ANIVERSÁRIO DA INSTALAÇÃO DO ESTADO DE RONDÔNIA (04/01/1982), ANTES CHAMADO DE TERRITÓRIO FEDERAL DO GUAPORÉ. 
O NOME RONDÔNIA FOI HOMENAGEM AO MARECHAL CÂNDIDO RONDON, FIGURA INSIGNE DA HISTÓRIA BRASILEIRA.
Marechal Rondon: sertanista, militar e defensor indígena
Cândido Mariano da Silva Rondon nasceu em Mimoso, no estado do Mato Grosso, no dia 5 de maio de 1865. Filho de Cândido Mariano da Silva e Claudina de Freitas Evangelista da Silva, perdeu os pais muito cedo e foi criado em Cuiabá pelo tio, de quem herdou e incorporou o sobrenome “Rondon”.
Tornou-se professor primário aos 16 anos mas optou pela carreira militar servindo como soldado no 2o Regimento de Artilharia a Cavalo, e ingressando dois anos depois na Escola Militar da Praia Vermelha. Em 1886 entrou para a Escola Superior de Guerra onde assumiu um papel ativo no movimento pela proclamação da República. Fez o curso do Estado Maior de 1ª Classe e foi promovido a alferes (atual “aspirante a oficial”). Graduou-se como bacharel em Matemática e em Ciências Físicas e Naturais e participou dos movimentos abolicionistas e republicano por volta de 1890. Em 1889, Rondon participou da construção das Linhas Telegráficas de Cuiabá, assumindo a chefia do distrito telegráfico de Mato Grosso, e foi nomeado professor de Astronomia e Mecânica da Escola Militar, cargo do qual se afastou em 1892. Entre 1900 e 1906 dirigiu a construção de mais uma linha telegráfica, entre Cuiabá e Corumbá, alcançando as fronteiras do Paraguai e da Bolívia.
Começou a construir a linha telegráfica de Cuiabá a Santo Antônio do Madeira, em 1907, sua obra mais importante. A comissão do Marechal foi a primeira a alcançar a região amazônica. Nesta mesma época estava sendo feita a ferrovia Madeira-Mamoré, que junto com a telegráfica de Rondon ajudaram a ocupar a região do atual estado de Rondônia. Rondon fez levantamentos cartográficos, topográficos, zoológicos, botânicos, etnográficos e linguísticos da região percorrida nos trabalhos de construção das linhas telegráficas. Por sua contribuição ao conhecimento científico, recebeu várias homenagens e muitas condecorações de instituições científicas do Brasil e do exterior.
Foi convidado pelo governo brasileiro para ser o primeiro diretor do Serviço de Proteção aos Índios e Localização dos Trabalhadores Nacionais (SPI), criado em 1910. Incansável defensor dos povos indígenas do Brasil ficou famosa a sua frase: “Morrer, se preciso for; matar, nunca.”
Entre 1919 e 1925, foi diretor de Engenharia do Exército e, após sucessivas promoções, chegou a general-de-divisão. Em 1930, solicitou sua passagem para a reserva do Exército. Nos anos 40 virou presidente do Conselho Nacional de Proteção aos Índios (CNPI), cargo em que permaneceu por vários anos. Em 1955, o Congresso Nacional conferiu-lhe a patente de marechal. E no ano seguinte, o então estado de Guaporé, passou a ser chamado de Rondônia em homenagem ao seu desbravador. Faleceu no Rio de Janeiro, em 19 de janeiro de 1958, com quase 93 anos.
Fonte: Projeto Rondon
NOSSA POLÍTICA/montedo.com

7 comentários:

Anônimo disse...

Esse, sim, é HERÓI. Diferentemente dos heróis do PT.

Anônimo disse...

plataforma VOTENAWEB é uma ferramenta usada por parlamentares para consulta popular de seus projetos, que eles usam como balizadora da vontade do eleitorado e de suas atividades parlamentares.

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Anônimo disse...

Este marechal fez muito pelo desenvolvimento do Brasil, só não acho correto a forma que ele defendeu os indios, pois infelizmente culminou hoje um problema onde indio acha que manda no pais, quer terras para nada e acha que pode tudo por ser indio.
Os direitos de todos perante as cores de pele deve ser respeitados e eles não tem direitos sobre os demais...

Anônimo disse...

Caraca, criticando o Rondon
Deve ser um cão chupando manga

Anônimo disse...

Ao amigo que criticou o tratamento dado aos índios,afirmo que o tratamento dado atualmente a certos grupos é que esta errado, dando a falsa impressão de que eles podem tudo e não sofrem penalizações, igual ao pessoal de movimentos "sociais"como MST e outros. O homem branco tem a mania de interferir nas culturas indígenas e depois querem que eles se comportem como antes. Isso é impossível. Compare a influência que os europeus exerceram na história brasileira, onde trouxeram coia boas e ruins. Ha índios com curso superior que trabalham para melhorar a qualidade de vida das comunidades deles sem deixar de lado suas tradições, bem como cobrarem os direitos que eles tem conforme a Constituição.Admiro os indígenas, pois muitas coisas simples deles poderiam ser copiadas pelos brancos e contribuir para a preservação ambiental.

Anônimo disse...

Os índios estão lá no meio da floresta, vivendo sua vida tranquila, pelados, sem necessidade de shopping, roupas, cartão de crédito, dinheiro, supermercado, etc,etc. Aí, aparece o homem branco com suas "facilidades", presenteando para dominar e "ajudar". O resultado eu vi em Porto Velho: índios que viviam do outro lado do rio madeira, se fixaram por influência do governo, empobreceram,deixaram de caçar, ficaram na miséria e dependentes de uma quantia mínima paga pelo governo, recebiam o dinheiro, atravessavam o rio e iam se embriagar nas ruas da cidade.

Anônimo disse...

O Povo Brasileiro começou a entrar em pânico, leiam os comentários do editorial no link a seguir:

http://www.sociedademilitar.com.br/wp/2016/01/cuidado-em-curso-a-unificacao-das-policias-vergonhosa-a-pec-512013.html

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