19 de outubro de 2015

Transferência do IME para Guaratiba: a novela sem fim.

Em setembro de 2012, postei aqui uma matéria de Virgínia Silveira para o site DefesaNet. A jornalista informava da transferência do IME para o novo polo científico e tecnológico em Guaratiba (RJ). A ideia central é a aproximação das as áreas de pesquisa básica e de desenvolvimento, facilitando a interação com a universidade. 
A previsão da transferência era para 2015. Agora, passou para 2022, conforme esta nota de Cleo Guimarães em O Globo:

Instituto Militar de Engenharia deve ser mudar para GuaratibaCLEO GUIMARÃESA sede do Instituto Militar de Engenharia (IME), na Urca, deve se mudar para o Polo de Ciência e Tecnologia do Exército, em Guaratiba. Apesar da crise econômica, o planejamento continua de pé e a mudança está prevista para 2022.
O Globo/montedo.com
Leia também:
Novo polo tecnológico: IME será transferido para Guaratiba

5 comentários:

Anônimo disse...

Que tal falarmos de Sargentos?
O Noticiário do Exército publicou: Sargentos do Exército Brasileiro ministram palestra na United States Army Sergeants Major Academy

http://www.eb.mil.br/web/midia-impressa/noticiario-do-exercito/-/asset_publisher/IZ4bX6gegOtX/content/sargentos-do-exercito-brasileiro-ministram-palestra-na-united-states-army-sergeants-major-academy?

Anônimo disse...

Podia mandar estas escolas para o desenvolvimento de regiões precárias.

Anônimo disse...

E tem dinheiro para isso? Acho que nem em 2030.

Anônimo disse...

"Podia mandar estas escolas para o desenvolvimento de regiões precárias.", pelo que entendi a sua sugestão seria de montar as escolas em regiões remotas, o problema disso é que tais locais não contam com a infraestrutura adequada ( rede elétrica, banda de internet, empresas próximas... imagina montar um laboratório de ponta no interior da Amazônia, precisa-se fazer as peças chegarem até lá, montagem, manutenção e o intercâmbio com empresas nacionais e outras faculdades?) fazer isso exige muito R$, coisa que nosso governo não tem. Fora esse problema, o corpo docente (professores civis e militares PTTC) dificilmente iria querer trabalhar em tal local (mão de obra especializada, não é simples de pegar em qualquer local, ainda mais com os baixos salários). É difícil falar em desenvolver regiões precárias quando a maioria dos municípios se quer tem saneamento básico e descarte de lixo adequado..., acho que nossos problemas são bem mais água na canela..

Anônimo disse...

na vdd, setores do governo e a elite bilionária sempre visam áreas nobres como estas para fazerem empreendimentos próprios (hotéis e afins.

o certo é fazer desse prédio o CAS das praças, e a ECEME mandar pra cuz alta-rs, ISTO É O JUSTO.

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