2 de outubro de 2015

Tropa de Paz no Haiti tem novo comandante

General Ajax Porto Pinheiro é novo comandante das Tropas de Paz no Haiti
O general brasileiro Ajax Porto Pinheiro foi anunciado pelo secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, como novo comandante das tropas da Missão de Estabilização da ONU no Haiti (Minustah). Segundo comunicado da ONU, "o general de divisão traz para esta posição mais de 20 anos de experiência militar nacional e internacional". Pinheiro já atuou no Haiti e se encontrava no país em 2010, quando um terremoto deixou cerca de 300 mil pessoas mortas. O militar irá substituir o general José Luiz Jaborandy Junior, morto no final de agosto, vítima de um mal súbito Na ocasião, Ban disse estar "profundamente triste" pela notícia e reafirmou o seu apreço por sua contribuição ao trabalho da ONU.
Veja/montedo.com

7 comentários:

Sgt Caldeira disse...

Eu estava lá em 2010 , quando ele comandava o Btl , até ser promovido a General e passar o comando do Btl. Humilde , simples e competente.

Anônimo disse...

Excelente escolha feita. Grande Comandante.

Anônimo disse...

Não passou da hora de acabar essa "missão"? Muito dinheiro jogado fora e acho que já tem mais haitiano imigrante aqui no Brasil do que na ilha caribenha.

Anônimo disse...

Humilde!!

Anônimo disse...



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Esteve a comandar o sistema de ensino do EB.

Uma peculiaridade: o nome dele foi uma paterna homenagem ao Cruzador da /marinha Real HMS Ajax, que participou da Batalha do Rio da Prata, em 1939.

Deve ser o derradeiro Comandante, eis que a coisa toda será extinta em 2016.

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Anônimo disse...

Acho que essa missão não deveria acabar nunca, pois ela foi capaz de fazer muitos milagres.Quantos foram aqueles que foram curados da noite para ao dia à partir do momento em que sua unidade foi contemplada com vagas na missão? Muitos! Quantos militares de outras qualificações militares tornaram-se aptos a desempenhar funções de outra QM de graduações inferiores à sua, d euma pra outra? Vários (deve-se lembrar ainda da humildade que a missão incutiu nas pessoas, como alguns casos de oficiais de infantaria que se propuseram a ir para o Haiti na função de sargento mecânico de viatura, por exemplo). Quantos sargentos do quadro especial imbuídos de funções em seções diversas e que não se sentavam diante do volante de uma viatura de toneladas há anos e após a abertura de vagas voltaram a dirigir com uma maestria jamais vista? Diversos! Acho que é por isso que as missões nos Complexos do Alemão e Maré receberam nomes de cunho religioso (Operação Arcanjo e São francisco, respectivamente), mas infelizmente essas missões não foram capazes de operar os mesmos milagres. É, essa missão poderia durar para sempre!

Anônimo disse...

Sou peacekeeper, estive lá. Apenas para ver um exército atrapalhado, de operacionalidade questionável, oficiais preocupados com burocracia, em agradar políticos haitianos e à cúpula da ONU, vislumbrando futuros benefícios na força. Presenciei a fábrica de diárias em que essa missão se converteu, haja vista que "N" comitivas visitam a Base General Bacelar em curtos períodos de tempo, e sem objetivos claros e definidos. Comandante racionando a refeição do comandado, tornando-a inferior em qualidade e quantidade inclusive ao que dispomos aqui no Brasil nas nossas OM, para garantir comida japonesa e bebidas caras para as comitivas. Essa missão é um desperdício de tempo, dinheiro e trampolim de promoção para comandantes. Já devia ter acabado.
Selva, individual. Brabat 20.

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