7 de abril de 2017

Avião militar britânico volta a pousar em Porto Alegre rumo às Malvinas

Crise entre vizinhos

Avião militar britânico volta a pousar no Salgado Filho rumo às Malvinas
ZH flagrou Hércules da Royal Air Force estacionado nesta tarde no aeroporto de Porto Alegre, antes de decolar para o Atlântico Sul

Rodrigo Lopes
Aviões da força aérea britânica continuam pousando em aeroportos brasileiros, apesar dos consecutivos protestos formais feitos pelo governo da Argentina em março. No início da tarde desta sexta-feira, o fotógrafo Fernando Gomes, de Zero Hora, flagrou um Hércules da Royal Air Force, aeronave de reabastecimento aéreo, estacionado no pátio aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre. Após cerca de uma hora e 30 minutos em solo, o avião seguiu viagem para as Ilhas Malvinas (Falkland Islands, para os britânicos).
As fotos registram o momento em que o avião é abastecido. Dois militares britânicos aguardam o término do procedimento do lado de fora da aeronave.
Em março, a coluna mostrou o mal-estar entre os governos de Brasil e Argentina depois que um documento do controle de tráfego aéreo argentino veio à tona, por meio de denúncia do deputado Guillermo Carmona (Frente Ampla, oposição), identificando seis voos militares britânicos que teriam feito escala técnica em aeroportos do Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre, antes de seguir rota para as Malvinas. Nos dias seguintes à denúncia, a coluna também obteve registros exclusivos de aviões britânicos no Salgado Filho em 2016.
Dias depois da denúncia, o ministro das Relações Exteriores brasileiro, Aloysio Nunes, esteve em Buenos Aires para reunião de chanceleres do Mercosul. Na ocasião, ele afirmou que os procedimentos que permitiram essas aterrissagens estavam sendo reavaliados e que o critério usado para permiti-los foi o "humanitário".Segundo o governo argentino, o auxílio brasileiro viola acordos entre os dois países nos âmbitos do Mercosul e da Unasul.

A Argentina reivindica as Malvinas, arquipélago localizado no Atlântico Sul, como seu território e acredita que os britânicos estariam militarizando a área. Em 1982, Reino Unido e Argentina entraram em guerra pela posse das ilhas. O conflito terminou com a derrota do governo militar argentino, o que contribuiu para o fim da ditadura no país vizinho.

ZERO HORA/montedo.com

12 comentários:

Anônimo disse...

Por acordo internacional, o Brasil não pode impedir o pouso de aeronaves em seus aeródromos, salvo por motivo de segurança nacional. Se assim não fosse, a Inglaterra poderia impedir o pouso de nossas aeronaves lá. A Argentina que vá chorar na cama que é lugar quente...

Anônimo disse...

Sou brasileiro e fervoroso nacionalista. Me importa o que acontece com o meu país. Em relação as Malvinas, pessoalmente acho que os argentinos não tem direito nenhum sobre aquele território já que os ingleses tomaram dos espanhóis e o ocuparam. Em 82 os argentinos tentaram “recuperar” sua posse “na bala”, achando, de forma tresloucada, infantil, muito mal planejada e etc que a aventura militar daria certo! Achavam que retórica e apoio dos “irmãos latino americanos “impediriam” que os ingleses tentassem reconquistar de volta o seu território. Resultado! Retórica é tudo balela e tentativa vã do mais fraco frente ao mais forte,
Os “irmãos” latino-americanos, tudo republica bananeira, desarmados até a alma, não fabricando nada de armas mais sofisticadas e com estoques de algumas armas (todas importadas da Europa e EUA) em quantidades ridículas e ainda mesmo assim, alguns mísseis (mesmo ultrapassados), controlados pelo fornecedor até mesmo na mudança de local de armazenamento, nada podiam fazer. Só tinham uma forma de ajudar. “Protestando” na ONU e outros fóruns internacionais, coisa que os ingleses não deram a menor pelota,
Invocaram o TIAR na esperança de que tio SAM os ajudaria.....nessa hora o “titio” fez a escolha lógica....ficou ao lado dos seus primos bastante próximos (ingleses, anglo-saxões, europeus, língua inglesa e etc). Correm “estórias” de que os estadunidenses forneceram informações e até porta-aviões aos ingleses caso esses precisassem. Também se diz por ai que a antiga URSS , à época, deslocou submarinos nucleares para o Atlântico Sul e secretamente se ofereceu para colocar a pique o
porta-aviões e outras grandes unidades navais inglesas mas em troca, na base naval argentina de Puerto Belgrano passaria a tremular o pavilhão nacional e naval soviético. Dizem que nessa hora faltou coragem aos argentinos para esse tipo de “negócio”. Amarelaram!
Resultado! Tomaram uma surra. Hoje os argentinos afirmam que os ingleses estão montando uma gigantesca base militar nas Ilhas. Pessoalmente acredito que isso seja verdade já que as Malvinas fecham a passagem do Atlântico para o Pacifico e vice-versa assim como também o acesso ou saída do Índico e todo o sul da África. Na verdade, das Malvinas os EUA/OTAN controlam toda essa parte do globo. E pela situação mundial instável do jeito que está, logo, logo poderá ser uma posição importante em caso de um grande conflito mundial que poderá ter inicio no Oriente Médio. As Notícias de hoje podem ser um prenuncio disso!


ALMANAKUT BRASIL disse...

Plunct Plact Zum e vai aonde quiser!

ALMANAKUT BRASIL disse...

Brasil fica fora de nota sobre Síria e condena uso de força sem aval da ONU - 07/04/2017

Todos os países presentes na reunião do Mercosul e da Aliança do Pacífico (Argentina, Chile, Uruguai, Paraguai, México, Peru e Colômbia) haviam assinado o documento, menos o Brasil.

http://www1.folha.uol.com.br/mundo/2017/04/1873556-apos-ataque-dos-eua-itamaraty-manifesta-preocupacao-com-siria.shtml


Para que gastar dinheiro com 36 caças suecos e armamentos, se o "Gigante" não tem soberania na América do Sul e não sabe lidar com Judas?

Anônimo disse...

Vergonha para o Brasil que nao cumpre seus acordos. Lamentavel.

Anônimo disse...

Como esse fotógrafo sabe que o avião foi para as Malvinas? Ele está chutando também quando fala que o avião é de reabastecimento. A Argentina tentou tomar o arquipélago e perdeu. O Brasil não pode ser castigado por isso.

Anônimo disse...

Os argentinos tem que parar com essa zanga. O Brasil tem acordos com ele e com outras nações para o trânsito de aeronaves militares em nosso território. Se os Ingleses quiserem levar armas sem envolver o Brasil, é só usar navios.Na época da guerra, os ingleses montaram uma operação muito engenhosa com vários aviões Vulcans(bombardeiros/reabastecedor) e conseguiram chegar até as ilhas para as missões.Um deles deu "bug" e pousou no Brasil. Não seria agora que não teriam nenhuma ideia de fortalecer o arquipélago.

Marcelo Carvalho disse...

Zero Hora, petista até a pleura. E nunca notou que esses aviões pousaram no RS durante os 13 anos do desmando petista ?

Anônimo disse...

O Grupo RBS é um conglomerado de mídia brasileiro, fundado em 31 de agosto de 1957 por Maurício Sirotsky Sobrinho. Trabalha conteúdos jornalísticos, de entretenimento e de serviços por meio de emissoras de rádio e de televisão, jornais e portais de internet.
O grupo possui como suas subsidiárias 12 emissoras de TV aberta afiliadas à Rede Globo (RBS TV), 15 emissoras de rádio (Rádio Gaúcha, Rádio Atlântida, 102.3 FM, Rádio Farroupilha, CBN Porto Alegre) e 3 jornais (Zero Hora, Diário Gaúcho, Pioneiro). A empresa também opera uma empresa digital, a e.Bricks Digital, formada por empresas da área de tecnologia por meio das quais o Grupo RBS atua nas áreas de mídia digital e tecnologia, mobile e e-commerce segmentado.
O Grupo RBS opera ainda a Engage Eventos, a RBS Publicações (editora), uma gráfica, a Vialog (empresa de logística), a Fundação Maurício Sirotsky Sobrinho (fundação empresarial) e a Appus (tecnologia de big data com foco em produtos de RH) e HypermindR (análise do comportamento do consumidor).
Investigações sobre prática de oligopólio/monopólio/fraude fiscal[editar | editar código-fonte]
Em 2006, o Ministério Público Federal em Santa Catarina ajuizou uma ação civil pública (Proc. nº 2008.72.00.014043-5 / SC) contra o oligopólio da empresa na região Sul do Brasil. O Ministério Público Federal requeria, entre outras medidas, a implantação de programação local, a redução do número de estações de rádio e TV do Grupo RBS nos estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina e a anulação da compra do jornal A Notícia de Joinville, consumada em 2006, que resultou, praticamente, em um monopólio do grupo sobre os jornais em Santa Catarina.[20][21] O pedido foi julgado improcedente em 2011.[22]
Em 2009, a Procuradoria da República no município de Canoas, RS, realizou uma audiência pública para discutir a suposta prática de monopólio pelo Grupo RBS, bem como irregularidades nas concessões de estações de rádio e TV.[23][24] A empresa afirmou possuir apenas duas emissoras de TV, mas em seu sítio na internet é possível encontrar referências a 12 emissoras.[25]
São afilhados as organizações globo, que odeiam o PT e toda a esquerda brasileira. Companheiro! Fostes infeliz em sua “afirmação”.....confundiu “alhos com bugalhos”. Ah....sou apolítico. Preocupo-me com os destinos do Brasil. Gosto e confio nas FFAA do Brasil, embora nem sempre concorde com algumas coisas e acabe expressando minha opinião as vezes discordante!

Anônimo disse...

Brasil colônia.

Anônimo disse...

Obedece quem tem juízo!

Anônimo disse...

Rapaz........!

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