22 de abril de 2017

RJ: cabo do Exército é morto por bala perdida dentro de casa, durante tiroteio no Alemão

Bruno era cabo do Exército e foi baleado dentro da própria casa, no Complexo do Alemão
Bruno é cabo do Exército e foi baleado dentro da própria casa, no Complexo do Alemão
Célia Costa, Gabriela Viana, Louise Queiroga e Martha Szpacenkopf
Um militar do Exército morreu após ser vítima de uma bala perdida durante o intenso tiroteio ocorrido no Complexo do Alemão na manhã desta sexta-feira. O jovem Bruno de Souza, de 24 anos, estava dentro de sua casa, na localidade conhecida como Sabino, quando foi alvejado na perna. A troca de tiros deixou ao menos dois mortos e dois feridos.
Socorrido por vizinhos, ele foi levado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da região, mas, segundo uma prima que pediu para não ser identificada, não resistiu ao ferimento. De acordo com informações ainda não confirmadas, Souza foi atingido na artéria femoral e faleceu depois de perder muito sangue. 
Ele estava no Exército desde 2014, e atuava no 1º Batalhão de Guardas. O Exército informou que lamenta a perda do soldado e que está prestando todo o apoio à família de Bruno.
Souza foi a segunda pessoa a morrer devido à troca de tiros no complexo de favelas na Zona Norte do Rio. O adolescente Gustavo Silva, de 17 anos, também foi morto por uma bala perdida, na localidade de Alvorada, em Nova Brasília, quando estava saindo para trabalhar numa padaria. Além deles, de acordo com a Polícia Militar, um homem com passagens pela polícia morreu no PAM de Del Castilho. No entanto, não há informações de que ele estaria envolvido no tiroteio desta manhã.
Duas pessoas ficaram feridas também durante a troca de tiros. Uma adolescente foi atingida por bala perdida e socorrida por policiais da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) de Nova Brasília. Ela foi atendida na UPA do Alemão e não, segundo a PM, não corre o risco de morrer. O segundo ferido é um suspeito identificado por policiais como "Malvadão". Ele foi encontrado pelos agentes quando já estava sendo atendido no Hospital Federal de Bonsucesso.
O confronto começou quando policiais do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE) realizaram uma operação determinada pelo Ministério Público para instalar uma torre blindada no Largo do Samba, que abrigará a sede da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) de Nova Brasília.
EXTRA/montedo.com - edição

9 comentários:

Anônimo disse...

Pelas cenas mostradas constantemente nas reportagens, é surpreendente não ter muito mais pessoas mortas pelas balas "perdidas". Os policiais chegam numa esquina, colocam o cano do fuzil para a rua e apertam o gatilho, sem fazer mira, isso sem falar nos marginais que não estão preocupados em quem vão atirar. A cidade do Rio está mais perigosa que nas cidades onde ha guerras declaradas.

Anônimo disse...

"O que este militar, com o bom salário que recebe, com as mordomias que tem, com direito a tudo que um trabalhador civil recebe etc... estava estava fazendo morando numa favela?" (Entre aspas). É uma covardia isto, até porque foram as FFAA que "expulsaram" os traficantes dessa favela. Mas os comandantes não estão preocupados com nada disso. Para os outros é "Defender a pátria com os sacrifício da própria vida". Vida dos filhos dos outros, né?! Se fosse para defender mesmo esta pátria, não deixariam tantos políticos roubando.

Paulo.

Anônimo disse...

E vai lá e bota tua cara pra rolo falar é fácil né

Anônimo disse...

Ele não era cabo e sim soldado, corrigindo a informação. Que Deus o tenha Alexandrino.

Anônimo disse...

Está pensando que SD do EB canha quanto então não fala besteira

Trago só Verdades doloridas disse...

Vai lá ensinar

keko marques disse...

Deveria ser : "defender a Pátria, com o sacrifício da própria carreira, sfc"

Anônimo disse...

Anônimo 22 de abril de 2017 19:34, e eu ainda avisei que está ENTRE ASPAS, mas mesmo assim, para você, não adiantou. É triste isto!!!

Paulo.

Anônimo disse...

Engraçado, falta papiro, falta leitura, falta conhecimento, falta compreensão de texto, na verdade falta tudo quando o assunto é educação. O camarada escreve de forma sarcástica, provocativa, criticando um sistema, e logo aparece um "aparecido" que não entende nada tocando o pau. É compreensível, os militares são uma extensão da sociedade, sociedade alfabetizada funcionalmente.

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