14 de abril de 2017

Sobre o QAO: esclarecendo dúvidas

Comentário recebido na postagem

Sobre o QAO: dúvidas, dúvidas e mais dúvidas...



Resultado de imagem para esclarecendo dúvidasJúlio Fortes *
Prezado Montedo, peço a devida vênia para ocupar esse espaço democrático e lançar luz sobre temas obscuros.
Ao companheiro que lançou as dúvidas, creio bastante pertinentes por um lado, porém por outro me preocupa em certa medida o desconhecimento em parte da legislação que regulamenta determinadas matérias.
Quanto as medalhas, não procede tanto a afirmativa que quem serve em BSB-DF recebe mais medalhas. Precisa-se lembrar que as medalhas se dividem em dois tipos a de concessão restrita e as de livre concessão. As de livre concessão, basta que o militar atinja as condições de merecimento para a concessão, que serão concedidas. É o caso da de tempo de serviço, corpo de tropa, serviço amazônico. As que o militar consulente se refere são as de concessão por assim dizer mais restrita, como Ordem do Mérito Militar (OMM), Medalha do Pacificador, Marechal Osório e a Sgt Max Wolf. A legislação prevê um teto, limite de indicações em função do Comando ou Função de Of General. Exemplo: um Cmt de Bda tem de indicar 2 oficiais e 3 St/Sgt dentro de um universo de 3.500 militares de seu Comando (claro que em termos de Of e St/Sgt desce-se ao patamar provável de 1 milhar), enquanto um Diretor ou equivalente em Brasília possui a mesma prerrogativa, porém em relação a uma centena de militares sob sua subordinação (e dentro desses os Of e St/Sgt se resumem talvez a 30)
De certa forma é uma distorção.
Em relação aos pontos, os mesmos são disponíveis da mesma forma e de livre concorrência entre os interessados. Veja-se que há a pontuação que todos estão obrigados a se sujeitar: TAF, TAT, tempo de serviço, curso de formação e aperfeiçoamento. Porém determinados pontos são de alcance voluntário: como cursos de especialização e extensão e respectivos desempenhos, vivência nacional, situações diversas, tempo de serviço em determinadas situações. Veja-se que em relação aos pontos que dependam da vontade própria não há como se interferir na carreira de quem quer que seja, a não ser o próprio interessado. Não há como interferir em substituição ao interessado. O mesmo manifesta a respectiva candidatura (planos, requerimentos, informações solicitadas) e concorre ao que está sendo ofertado. Não há como jogar na loteria e querer ganhar, acaso não se formule o respectivo bilhete na lotérica. No que diz respeito ao desempenho em cursos sejam os obrigatórios ou escolhidos, torna-se verossímil que tão somente o próprio interessado é responsável pelo próprio desempenho, não há como outro se imitir em seu lugar.
Talvez o companheiro tenha se referido à avaliação e nesse ponto afirmo que servi em BSB-DF e avaliei militares que me estavam diretamente subordinados e tiveram bons e maus conceitos (e ruins mesmo).
Quanto à promoção no QAO, eu estaria mentindo se dissesse que tanto pode quanto não pode influir na promoção por parecer. A legislação se transformou ao longo dos tempos, que apesar da lei de promoções ser do ano de 1972, as regulamentações mudaram diversas vezes.
Agora o que posso afirmar com certeza é que se não ajudar ou ajudar, também pode prejudicar. E justamente por ser o comandante num período tão derradeiro. Não perguntarão a opinião do comandante da época de 3º Sgt, que se bobear não o conhecia, está na reserva ou nem está mais neste plano.
* Coronel R/1 - OAB/MS 19.006

45 comentários:

Anônimo disse...

Bom dia caros companheiros que acompanham esta página da internet, o qual nos deixa informados sobre assuntos de nosso interesse.
Concordo com os dois lados do debate referente a promoções, medalhas e demais itens correlacionados. Porém levo em consideração um tópico até então não discutido: "INSPEÇÃO DE SAÚDE PARA FINS DE PROMOÇÃO". Quando ingressei no EB, no inicio dos anos 90, o militar para ser promovido deveria receber o seguinte parecer na inspeção "APTO AO SERVIÇO DO EXÉRCITO". Ou seja, o militar estava em forma, fazia TAF, marcha, enfim realizava todas as atividades inerentes a carreira militar. Porém, contudo, no novo milênio apareceu na inspeção de saúde um novo parecer "APTO AO SERVIÇO DO EXÉRCITO COM RESTRIÇÕES". A partir dessa nova modalidade de parecer, alguns militares perderam a essência e até a vergonha, passando a se beneficiar dessa situação, como muito tenho visto, em Postos e Graduações. Para não me alongar no assunto, digo com certeza, que ST encarregado de material teria sido promovido e o "pepéco" não, pois não estaria "APTO AO SERVIÇO DO EXÉRCITO". Brasil acima de tudo.

Anônimo disse...

Sr Coronel de Cavalaria Fortes. Obrigado. Como sempre o Sr ajudando o próximo. Tive a grande felicidade de trabalhar com este exemplar Oficial como Of Intermediário e Superior. Pessoa amiga e inteligente. Desejo felicidades ao Sr na nova missão de Advogado. Com certeza vai ser muitas vitórias. Obrigado pelos esclarecimentos aos colegas que participam do blog. Um forte abraço.

Anônimo disse...

Só um detalhezinho Sr. Dr. Cel R/1 Adevogado, as promoções ao QAO não estão previstas em lei mas sim em decretos, portarias etc...por isso que a cada ano que passa as lambanças se intensificam porque cada General que entra e que sai impõe a sua vontade sobre a sistemática de promoções ao QAO.

Anônimo disse...

Mais um detalhe, a pontuação referente a movimentações, cursos de especialização e extensão, missões no exterior etc... nem sempre depende do militar.

Garivaldino Ferraz disse...

Muito boa e precisa a explanação sobre como se processa a obtenção de pontos para promoção dos praças (sempre me recusei usar o termo "as praças").
Em minha vida profissional, sempre procurei orientar os mais jovens a se interessarem pela legislação, particularmente quanto a remuneração e às promoções. Perdi meu tempo.
Quando servindo em um QG de Divisão, procurei elaborar um trabalho sobre as ponderações a respeito das promoções, usando como base os argumentos utilizados em um requerimento que fiz à então DProm. Para tal trabalho, consegui fazer uma solicitação de subsídios às Unidades subordinadas. O retorno foi lamentável. Um ou dois casos específicos, que verifiquei serem de graduados prejudicados por sua própria desídia, foi o que apareceu. Mas a pior resposta, em documento que guardo até hoje, foi a de que "Nesta OM, em geral, os graduados não tem conhecimento de como se processam as promoções". Mostrei tal documento ao E3 da Divisão, sugerindo que ocorressem nas Unidades instruções sobre o assunto e ele respondeu que isso deveria partir do interesse de cada um.
E assim segue a vida. A legislação seguiu clara e límpida para quem se interessasse em segui-la e tentar "acelerar" sua carreira.
Até aparecer na legislação uma Comissão com poderes de conceder pontos aos militares dos QA, sem que ninguém saiba quais são os critérios que regem essa concessão. Não posso dizer que tenha sido prejudicado por essa Comissão, mas acredito que seus critérios deveriam ser transparentes, pois não o são.
No mais, repito o que ouvi do meu antigo E3, talvez não com essas palavras, mas nesse sentido: "quem não conhece seus direitos (na legislação), não os merece"!

Anônimo disse...

Medalha, medalha, medalha! Não enche barriga, não paga aluguel, não paga conta de supermercado, não compra nem fiado no mercado da esquina, não isenta do corte de luz e água. Pura ilusão, andar todo enfeitado para se sentir o "Capitão América". Quando se fala em medalhas, me vem logo a imagem dos generais norte-coreanos. As medalhas começam na gola dos uniforme e vai até os joelhos. Parece um monte de tampa de produtos. Não valem um tostão. O valor da medalha? Vejam os exemplos que já foram dados. Quantas personalidades "importantes" já receberam? E tem gente que fica babando, pendurado no saco de outro, só para receber o "reconhecimento" e ostentar mais um penduricalho, e corre para novos empréstimos para manter a vida da família.

Anônimo disse...

Lúcido comentário Cel R1 Júlio Fortes, parabéns, mas nada que não saibamos, e vou além, só vou acreditar que exista qualquer critério de justiça nas promoções ao QAO quando houver transparência, acesso aos autos de todo o o processo, e retirarem a prerrogativa de um cmt de avaliar, as vezes em poucos meses, chegando a uma CIA, toda uma vida, 30 anos de carreira de uma praça, baseando-se na totalidade das vezes em impressões superficiais. Quando houver transparência, saberemos porque o churrasqueiro obeso, que toca pagode sai promovido e o "Rambo" que se dedicou a vida toda não. Vemos nitidamente a carreira das praças na sua ascensão aos últimos postos, tida como moeda de barganha. O ST que não sorrir o tempo todo, não correr em forma com o EV, não levar a família para prestigiar o ego do cmt de CIA sendo inflado nas confraternizações, esse está lascado. Por situações vexatórias como essas em final de carreira, a evasão e o descontentamento estão em níveis extratosfericos, sem falar na ruína salarial e péssimas condições de trabalho, sv de 36 a horas, 70 horas semanais aliados as arbitrariedades e a abusos e de cmts. Se nada for feito, a carreira vai acabar, vejo previsões nada positivas.

Anônimo disse...

Na verdade existem dois Exércitos: O Exército da PRÁTICA e o DO PAPEL. Na minha opinião acho injusto. Onde eu trabalho foi nomeada uma Comissão para o TAF Um 01 Of Sup e 02 Ten sendo dois calção preto. Foi TAF rigoroso. Quem contava eram os oficiais. Colocaram duas câmaras de filmagem na saída e na chegada da corrida. A barra foi toda filmada. Sei que tem local que o cara faz o TAF via zap, zap. Eu conheço um colega que tem 90% do perfil dele triângulo azul, esta em Brasilia e sei como ele é.Trabalhei com ele. No 7 de setembro ele extraiu um dente ciso para não desfilar. No campo do dia verde ele pegou desconto em férias. Na escala apertada de final de ano fez uma cirurgia para deixar o nariz arrebitado. Este eu conheço. Imagino quantos não existem. Encerro com estas frases de Rui Brabos."De tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto.” Assim é igual aos qao, tem que mudar esta sistemática. Tem ser por concurso.

Anônimo disse...

A PORTARIA Nº 001-CP-QAO, DE 5 DE AGOSTO DE 2016. Aprova o Regimento Interno da Comissão de Promoções do Quadro Auxiliar de Oficiais (EB 30-RI-60.002), prevê em seu artigo 15:

Art. 15. Os oficiais superiores membros da CP-QAO serão empossados pelo Presidente da Comissão em sessão ordinária ou extraordinária, prestando, na oportunidade, o seguinte compromisso:

“Prometo esforçar-me pela prática de rigorosa justiça nas promoções e nos demais processos que me forem distribuídos, colaborando, desta forma, para a consolidação da eficiência da hierarquia no Exército. Prometo, também, manter total sigilo sobre os assuntos tratados e o resultado das deliberações tomadas pela CP-QAO”.

Mais dúvidas:

-Porque a necessidade de tanto sigilo nas decisões da CP-QAO, considerando que os processos de promoções, espécie do gênero: processo administrativo, devem ser pautados não só pelo princípio da legalidade, mas também, dentre outros, pelo da publicidade, ambos com previsão constitucional ???
- Diante de tanto sigilo, então de que forma a sociedade poderia vir a fiscalizar e aferir a legalidade e a lisura de tais processos que, em tese, visam selecionar aquele servidor que apresente melhores indicadores de eficiência para ser promovido a um cargo público de hierarquia mais elevada, semelhante ao que ocorre com os processos administrativos licitatórios em que qualquer do povo pode fiscalizá-los ???
- Por fim, a quem realmente interessa tamanho sigilo: será que à sociedade em geral em promover o S Ten mais eficiente para o desempenho de cargo público (oficial do EB) ????

Anônimo disse...

Medalha Osório tem camarada que só faz TOF virtual e recebe a Osório.O papel aceita tudo. Igual certa ocasião aconteceria um Intercâmbio e foi mandado levantar quem era habilitado em Espanhol. O escalado não sabia falar. Detalhe habilitado. Como conseguiu? kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk.

Anônimo disse...

Quem faz curso é "tiro no pé". Um navegador fluvial rala para caramba. Missão real, toneladas na balsa. Responde sindicância se algo estragar. Meses longe da família, tira quarto de hora na madrugada para cuidar a carga na beira do rio. Não faz TFM. Quando chega no TAF se "ferra". Recebe conceito ruim porque o Cmt não tem contato. O campo básico do meu quartel quem montou toda pista de corda foi um Subão, guerra e básico de montanha, o velhão vibrando. Instrução de nós e amarrações de ato nivel. Quero ver o QA como vai estar este Subão, aposto que o pessoal de camisinha bege e sapatinho preto vão estar na frente dele. Enquanto isto os lobinhos na barraca estudando. Os valores invertidos. Tem que existir uma valorização para quem se especializa. Adjuntos de Comando nos ajudem.

Anônimo disse...

Sou da turma de 91 e estou indo para o 2º QAM. No QAM 02/2016, estava com 87,15 pontos na FVM, com 4A e o restante B no perfil 2015, com tudo azul dentre bolinhas e triângulos no SGD 2016, com TAF's e TAT's "MB" e "E" e sem punições disciplinares e no entanto figurei nas últimas colocações do QAM da minha QMS. Eu só gostaria de ter recebido um feedback acerca da malograda colocação, somente isso. O meu Cmt disse que entrou em contato com a DAProm e segundo ele lhe disseram que não fui promovido porque me faltou curso de especialização e vivência regional. Só que quando vc encaminha requerimento para a DAProm a resposta é sempre a mesma (Ctrl C + Ctrl V): "que o universo em que estava concorrendo, os S Ten melhores pontuados apresentaram indicadores mais elevados que o requerente", SIMPLES ASSIM !!!!

Manoel Barros disse...

faltou explicar sobre e comissao de promocao. ela sozinha pode dar ate 49 pontos de uma vez so. seria como se ela fosse metade da carreira do militar. quais sao os itens que vao decidir essa pontuacao?

Anônimo disse...

Sai como sargento. Sempre lutei por este erros. recebi o apelido de "sgt zorro". Quem ta mal se retira foi o que eu fiz.

Anônimo disse...

Solução: concurso para qao. valorização de curso operacionais 5 pontos por cursos e 4 pontos para cada curso não operacional. Concurso interno com matérias militares. A atividade fim da força é o combate este é o motivo de valorizar os brevetados. Não valer nota de CFS tem que ser a carreira militar. O camarada as vezes é papirão sia nas cabeça, mas na prática é fraco. Igual esta ocorrendo observo os informex e vejo oficiais sendo promovidos a General que não foram cabeças de AMAN tem militar até com duas marechal hermes que não sai General. Outra coisa todas promoções de qao tem que ser merecimento. O que acontece o camarada sai qao e vira "condor" só baixado e licença, vai empurrando com a barriga até capitão qao e travando quem espera as vagas abrir. Promover os Sgt QE a primeiro Sgt para ajudarem os sargentos da ESA que chegam fracos demais, alguns só ficam no zap zap.

Anônimo disse...

Sr. Cel advogado, a CP-QAO atualmente dispõe de até 49 pontos para interferir na pontuação dos candidatos ao QAO. Antes eram apenas 38, daí através portaria houve a alteração.Eu mesmo ganhei no último certame apenas em torno de 8 pontos. Vou um pouco mais além, no ultimo QA figurou um companheiro da turma de 85, inclusive já abrangido pela idade máxima de 54 anos, que foi incuido por determinação judicial. Esse colega vem há vários QA,s com a mesma pontuação, sempre atrás da maioria dos estreantes no QAM, em que pese só em tempo de SV possuir mais de 6 pontos em relação à turma de 91, mais moderna no QAM. Então, Dr. Coronel, isso é um forte indício de manipulação discricionária das pontuações para decidir sobre quem deve sair promovido e aquele que jamais receberá a estrela de 2.tenente.

Anônimo disse...

QAO é conceito. Nem sempre é real. Tem muitos que não tem condições de serem soldados e chegam a qao. Conheci um monitor do Comandos nos anos 90. O cara era triatleta, representou o EB no exterior em orientação. Não saiu qao, tomou 3 caronas e aloprou, pediu as contas. O sub que entregava ficha na portaria do hospital militar, trabalhava até meio dia saiu qao. qual o critério????????????????????????????????????????????????????????????????????????????

Anônimo disse...

So para acrescentar.
Tenho comportamento sem nunca ter recebido punições, comportamento elevado, conceito no máximo, vários elogios , inclusive de órgãos extra-força, participação em missão de paz, e a ultima uma citação meritoria por serviços prestados de alta relevância em calamidade publica, etc.
Sabem qual foi a medalha que recebi em 28 anos?
Nenhuma, enquanto isso, civis que nunca puseram os pés em uma OM ganham medalhas.
Coronel sua teoria pode ser boa, mas a pratica mostra-se desastrosa.
É so fazer uma leitura de Dir. Administrativo, no campo proporcionalidade e razoabilidade que vais entender.
Por vc ser coronel entendo sua postura, mas tem coisas que são indefensáveis.
Colega, sinceramente .... essa defesa por essa via não dá.
Desculpe.

Anônimo disse...

Companheiros me falaram que para sair qao tem ter no min 90 pontos. Quem entra com menos não sai. Também me falaram que existe um corte no qa. por exemplo vem na sequencia 150.00. 149.00 e quando muda bruscamente para 145.00 (isto exemplo é a zona de corte. Onde tem esta diferença é o corte. Observei no ultimo QA e funciona mesmo. Observem para ver. Isto que a DAPROM tinha que explicar, fica muita dúvida. Ao companheiro que falou que medalha não é tudo. Eu pensava assim amigo, mas analisando ajuda uma medalha significa ponto e ponto promoção e promoção mais grana. Parabéns a todos que participam temos que trocar ideia mesmo. Não temos poder para mudar, porém isto ajuda. Alguém vai ler, temos esta fé. Obrigado ao Cel Fortes apela ajuda aos praças.

Anônimo disse...

Anônimo de 14 de abril de 2017 15:55
Contrariando o que você disse, eu não vejo Sgt de ESA fraco. Vejo profissionais dedicados, alguns mais outros menos motivados, e alguns, minoria, profissionais medianos a fracos, mas em sua totalidade, pensando em cursar nível superior e alçar outras carreiras, é verdade. Reflexo do descaso com a carreira militar de maneira geral, e com a carreira das praças, que nem deveria se chamar carreira, haja vista que muitos colegas, independente da vigente meritocracia, injusta ou não, recebem 03, eu disse 03 promoções em 30 anos e vão para a reserva. Quanto a sgt do QE ajudar alguém, estes ajudam a si mesmos, com a exceções claro, na hora de sair de escala, pular na frente da fila de PNR e ganhar promoção no canetaço. Muitos mal sabem escrever o próprio nome e alegam não poderem participar ao menos de exames de pagamento porque não têm CFS...então como vão ser promovidos a 1º Sgt? E o CFS e o CAS senhores, não é o previsto para chegar a 1º Sgt e ST? Um pouco mais de coerência senhores do QE.

Anônimo disse...

concordo plenamente com o comentario de 14 de abril de 2017 17:40, meritocracia já para a promoção a QAO, os mais capazes sairão, vamos para com esse protecionismo, isso so serve para deixar a tropa doente.

RAIMUNDO JEDEÃO SOUSA DE MENESES disse...

Medalha é coisa de EXÉRCITO de terceiro mundo, muitas medalhas e adereços presos no uniformes...

Um dos melhores EXÉRCITO do mundo (israelense) não tem nada disso, somente a farda VO e algumas insígnias e foi...

Dá até para concluir o seguinte: quanto mais operacional o exército menos adereços sobre a farda, e quanto menos operacional e embosteiro o exército maior a quantidade de manicacas

Anônimo disse...

Toda essa ladainha seria desnecessária se não houvesse praça sendo promovido a Oficial, nos Quartéis não é fácil aguentar essa guerra de pontos, um queimando o outro.

Anônimo disse...

Rapaz... Menos, primeiro que o "Dr" só tem direito de usar que fez doutorado ou graduação em medicina.

Segundo, por mais que as regras sejam voláteis, verifique na página do DGP que, em média 73% das turmas saem QAO, o que é um índice bastante alto.
Ou seja, saem QAO que faz por merecer e até muitos que não merecem, pois passaram a carreira inteira a reclamar.

Então, com um pouquinho de esforço dará certo!!!!

2° Sgt 2002

Anônimo disse...

Parabéns Montedo por trazer com certa freqüência a temática: promoção ao QAO,abrindo espaço para discussões e críticas das mais diversas. Esse assunto é tão polêmico que em cada postagem são muitos os comentários. Não há dúvida de que existe algo de errado com o sistema de ingresso no QAO, só o Exército é que não quer enxergar e admitir. Por isso é que temos que bater de forma incansável e contundente nesse ponto , como bem diz o ditado: "água mole em pedra dura tanto bate até que fura" até que o Exército se dê conta e promova mudanças no sistema de promoções ao QAO. Bem sei que a DAProm vem recebendo de forma crescente uma avalanche de ações judiciais questionando a lisura, a transparência e a legalidade dos processos de promocoes, o que poderia ser evitado bastando mais transparência, pois quando a coisa é muito sigilosa, contudo sem merecer tal grau de sigilo, é porque , em tese, se tem algo a esconder. Na próxima semana será divulgado o QAM01/2017 certamente trazendo surpresas e mais questionamentos. A minha opinião é que os 49 pontos atribuídos pela CPQAO devem ser extintos, passando a ser considerado tao-somente o mérito puro do STen (conceito profissional +FVM)e mais, que os processos sejam mais transparentes, produzindo-se um QAM Prévio a ser divulgado aos interessados para que possam, caso queiram, se manifestar, em determinado prazo,acerca do posicionamento e pontuação recebidos, tudo em atenção ao principio do contraditório nos processos administrativos.

Anônimo disse...

Parabéns.
Concordo plenamente.

2° Sgt 2002

Anônimo disse...

Tudo é manipulação quando st tem pontos suficiente pra sair qao o cmt da cia ou om q por motivos pessoais poem na ficha q não reúne condições resumindo vc tem q ir nas confraternizações convidar pra seu aniversário e dar bom dia boa noite e saude vc e seus familiares

Anônimo disse...

Senhores ... Só faço uma ressalva... Se almejam ser oficiais porque não prestaram o devido concurso? Voltem para a realidade, o destino do praça é ser praça e ponto final. Ficam lastimando uma carreira que escolheram.

Eliézer Pessanha disse...

O título de "Dr", na configuração atual - sem doutorado -, eh conferido aos bacharéis em Direito e Medicina, isso desde o Império. Evidentemente, nos dias atuais, tal tratamento não tem razão de ser por que a conjuntura académica da época difere completamente da de hoje, embora os tratamentos permaneçam. Pior, com o respeito merecido, são os fisioterapeutas, nutricionistas, farmacêuticos etc. que buscam sustentar esse título pelo princípio da igualdade, vá saber.
Portanto, pelo q me parece, tratar os operadores do Direito e os profissionais médicos como "doutores" está centrado na tradição consuetudinária de nosso direito.
Maj Eliezer PESSANHA
P.S.: não sou formado em Direito.

Anônimo disse...

É impressionante a maneira que os oficiais da Amãe veem os graduados como militares de segunda classe e teimam em dizer que estes não têm o direito a serem promovidos a oficial do QAO porque não fizeram a Amãe. Praticamente em todas as Polícias do Brasil o direito do Praça está assegurado em ter sua promoção ao oficialato e com direito a chegar até a Oficial Superior, veja a Brigada no RS, mas no Exército não tem esse direito. Senhores o Exército não é de vocês não e por isso é que a Força está dividida porque vocês só pensam no próprio umbigo.

Anônimo disse...

Não, você não entende.
Ninguém almeja ser oficial, o que se espera com o QAO é a remuneração melhorada para a reserva.
Se chegassemos à ST com uma boa remuneração, tenho certeza que ninguém queria sair oficial.
Só os babões mesmo

Anônimo disse...

"Rapaz... Menos, primeiro que o "Dr" só tem direito de usar que fez doutorado ou graduação em medicina"
Só faz jus ao título de doutor quem defende uma tese de doutorado junto a uma banca de doutores de uma Universidade e esta é aprovada. No Brasil os bacharéis em Direito e Medicina são chamados de doutores por vários motivos, inclusive históricos, para não me alongar considere esse "doutor" um pronome de tratamento, não um título. Muitos advogados e médicos se sentem muito mal quando não são chamados de "doutores". Freud explica.Ou não.

Barzotto disse...

Concordo com algumas coisas e discordo de outras tantas. Mas sou contra uma ideia: "Concurso para QAO!"
Assim o EB vai parar! No alojamento encontramos hoje 2º e 3º Sgt estudando para concurso, a chamada geração de concurseiros. Ministrar instrução que é o ganha-pão, ninguém quer. Nem se inscrever para cursos ou estágios, pois perderão tempo de papiro.
Se os ST e 1º Sgt começarem os estudos para a promoção à QAO, quem sobra?

Anônimo disse...

Doutor é quem cursa doutorado e defende TESE. Trata-se de um título acadêmico, e não pronome de tratamento. Médico e advogado não são doutores, são meros bacharéis. As pessoas muitas vezes tratam esses profissionais por "doutores" por mera questão de falta de conhecimento, ignorância mesmo.

Anônimo disse...

Desnecessário perder tempo com isso - parece conversa de bêbado -, pois em nada vai acrescentar à minha vida, pois continuarei sendo tratado de "doutor" aonde quer q eu vá. Bom, o major acima discorreu muito bem sobre o assunto. Como o oficial disse, tratando-se de advogado, ainda está em vigência a LEI DO IMPÉRIO DE 11 DE AGOSTO DE 1827, que cria dois cursos de Ciências Jurídicas e Sociais, introduz regulamento, estatuto para o curso jurídico e, em seu artigo 9º dispõe sobre o Título (grau) de doutor para o Advogado.

Eis o texto: “Art. 9.º - Os que freqüentarem os cinco annos de qualquer dos Cursos, com approvação, conseguirão o gráo de Bachareis formados. Haverá tambem o gráo de Doutor, que será conferido áquelles que se habilitarem com os requisitos que se especificarem nos Estatutos, que devem formar-se, e sò os que o obtiverem, poderão ser escolhidos para Lentes.” (sic)

Segundo a lei em pauta, o título de "doutor" é destinado ao bacharel em direito que se habilitar ao exercício da advocacia, conforme os requisitos destinados.

Explico: atualmente, o Estatuto da OAB determina a necessidade de, além de preencher uma série de requisitos, ser aprovado em Exame de Ordem, para, só então, o bacharel em Direito poder ser considerado Advogado.

Portanto, legalmente falando, o Advogado, habilitado segundo o Estatuto da OAB, é doutor. Simples assim. O q vier depois disso é dor de cotovelo.

Anônimo disse...

O Exercito não vai divulgar, mais tem muitos companheiros entrando na justiça para obter a promoção e ganhando, pois a DAProm e a Comissão de Promoções a QAO agem fora da lei.

Anônimo disse...

Dor de cotovelo? Meu caro, em cada esquina deste país existe um curso de Direito. São dois milhões de advogados e bacharéis em Direito no país, sem contar, os 813 mil estudantes de direito. Já Doutores (Os PhD.), não chegam a 150 mil. Logo, caso queira ser tratado por doutor, estude em uma universidade de ponta, curse mestrado (2 anos), onde irá defender uma dissertação e publicará dois artigos em periódicos nacionais. Depois, se submeta a um processo seletivo para doutorado, onde terá que provar entre outras coisas, proficiência em dois idiomas, estude por 4 anos, defenda uma TESE e publique 4 artigos em periódicos nacionais e internacionais. Ou seja, depois do seu bacharelado em Direito, estude mais 6 anos no mínimo, para ser tratado por DOUTOR. Lembrando, que a exigência do tratamento para quem não possui o título, configura o crime de "falsidade ideológica". Em alguns países, quem faz isso é preso. Mas nessa República, com 27% da população analfabeta, qualquer um que use jaleco ou um terno e fale "data vênia" é chamado por "Doutor". Ignorância mata!
Até o Decreto do Imperador, vocês não interpretam adequadamente. O Decreto de 1827, deixa claro que será doutor aquele que for escolhido para "Lentes". Procure saber o que se trata antes de vir com tentativas infundadas para justificar algo que não procede.

Anônimo disse...

Mimimi, kkkk. Por que é tão difícil aceitar, será a dor de cotovelo tão persistente assim???
Eu e vc continuamos sendo praças, simples assim. A única diferença é q eu sou doutor e vc, não.
Sem mais...

Anônimo disse...

Praça? Hoje eu seria Major QCO. Tive capacidade de passar em um concurso muito melhor. Meu pai sim, é militar reformado.
Não é mimimi. O problema é que o indivíduo cursa um bacharelado em qualquer esquina e quer viver de mentira diante dos ignorantes. Até entendo que é o sonho da "ascensão social". Quer passar como ridículo, problema é seu. Mas Doutor somente com Doutorado. Esse título que não é para qualquer um eu conquistei. Isso ninguém me tira ou me questiona. É legítimo!

Anônimo disse...

KKKKK, eu me divirto demais nesse blog. Obrigado, Ten Montedo, por nos proporcionar tal divertimento.
Vc seria Maj QCO, kkkkkkk; vc passou em um concurso muito melhor, kkkkkk; vc conquistou o título de doutor, kkkkkk zilhões de vezes.
Valeu, praça! A gente se vê por aí nos ranchos da vida. Não posso dizer o mesmo qto aos tribunais, pois, nesse caso, eu, o Dr, tenho acesso franqueado.
É cada um que me aparece. Deixe-me rir mais um pouco: kkkkkkk

Anônimo disse...

Provavelmente, para você o título de Doutor é algo impossível! Um bacharelado é o seu limite. Pode continuar feito uma hiena. Não desrespeito às praças, pois, respeito todos, sem contar que meu pai faz parte do grupo, um sargento QE, que trabalhou de domingo a domingo em uma reserva de armamento para conseguir formar os qatro filhos em universidades federais. Fiz o concurso para o QCO, por vontade do meu pai, acredito que seja o sonho das praças das FFAA ter um filho oficial de carreira. Mas tive capacidade de passar em outro concurso Federal cuja remuneração é muito melhor é desisti de seguir carreira militar, a melhor coisa que fiz na vida. Também tive capacidade de cursar o doutoramento em uma das melhores universidades do Brasil. O meu título e inquestionável, sou PhD. Já o seu, você sabe que é "fake", é uma mentira que somente os ignorantes acredita, bacharel.Continue aí sargento "doto", sonhando com uma ascensão ao QAO. Já provou a sua capacidade...
O seu nível de falta de conhecimento é tão grande que vem em público afirmar que a OAB garante o título de Doutor aos advogados. Vai estudar e pare de escrever asneiras. Somente a CAPES tem a prerrogativa de reconhecer os mestrados e doutorados no Brasil.

Anônimo disse...

Se és tão bão assim, disponibilize o lattes, V Doutoria - se é q tem alguma coisa no CNPq. Outra coisa: se está fora do EB, pq se apresenta como anônimo, já que não haveria qq possibilidade de retaliação a V Doutoria.
Ô do "doutoramento", pretensa vontade de ser Maj QCO, servidor das galáxias, me deixe rir mais um pouco de vc: Kkkkkk zilhões ao cubo.
Ten Montedo, o Sr possui um alto senso de altruísmo, acredite. Permitir q praças pseudosouocara apresentem suas falácias é algo digno de registro.

Anônimo disse...

Por fim, ô do "doutoramento", seja mais esperto um pouco e, qdo vir me rebater, sugiro-vos que procure um redator para lhe ajudar com o mínimo desejado de um doutor. Sua coerência lógica, concordâncias e, pasmem, pontuação - condição básica de quem sabe empregar o vernáculo - são dignas de pena.
Pela forma como V Doutoria escreve, seu PhD deve ser próximo ao do Tiririca, kkkkk.
"Seria Maj QCO", kkkkk; "sou servidor das galáxias", kkkkk; "sou PhD", KKKKKKK em letra maiúscula.
Mais uma vez, obrigado, Ten Montedo, por nos ceder espaço, ainda q seja para perder tempo com "doutoramentos".

Anônimo disse...

É, meu caro praça, provei q o fake, engodo aqui é vc.
Nos vemos pelos ranchos da vida.
P.S.: antes q pensem besteiras, tenho orgulho de ser praça, pois estudei para isso. Só tenho contra a nossa remuneração em fim de carreira, a qual não reflete de forma justa o nosso valor.

Anônimo disse...

Olá, amigos... um pouco da minha história: me formei no CFS Topo da EsIE em 1990 e já durante o curso eu percebi como o sargento é desvalorizado pelo EB. Ao término do curso fui classificado no Cmdo 2a RM (pois é... lobinho indo direto pro QG!!!). Como tive a sorte de vir para um grande centro, consegui ingressar em uma universidade pública de renome e saí do EB em janeiro de 1997, nem cheguei a ser promovido a 2º sargento. Já trabalhei na iniciativa privada (um grande banco americano), ingressei num mestrado (que abandonei pois me decepcionei com o ambiente acadêmico) e desde 2006 trabalho como perito criminal na Superintendência da Polícia Técnico-Científica de SP (onde me sinto muito realizado profissionalmente). Quando vejo o pessoal que faz CFS e segue na carreira e vai "progredindo" muito lentamente (quase 30 anos pra ir de 3º Sgt a Sub), eu fico com pena, pois, ser graduado no EB é ser espezinhado, desprezado, subestimado, humilhado, desconsiderado e sugado até a morte. Um conselho que eu daria a todos: estudem e vazem (quem não papira entra em forma pro aspira)... EB só é bom pra Of. Uma última informação: nos meus dois últimos na ativa, como minha prioridade era a faculdade, me tornei um sargento "lixo", não prejudicava meus companheiros, mas eu fazia o mínimo, do mínimo, do mínimo possível!!!!

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