12 de abril de 2017

Não foi bem assim: Secretário não afirmou que transformações na Previdência atingirão militares inativos e pensionistas. Mas...

O blog reproduziu ontem uma matéria do Estadão Conteúdo, publicada em Época Negócios, que resume as declarações de Marcelo Caetano, secretário da Previdência Social do Ministério da Fazenda, durante o seminário "Previdência Social no Brasil: Aonde queremos chegar?", realizado no Rio na segunda-feira (10).
Para o público militar, a afirmação mais preocupante foi esta: "Segundo Caetano, mudanças estão sendo analisadas pelo Ministério da Defesa. As transformações, no entanto, deve atingir apenas os que estão na reserva, os reformados e pensionistas."

Será mesmo?
Um comentarista do blog já havia alertado sobre a possibilidade de erro de interpretação na fala do Secretário. Já o site Sociedade Militar foi mais além: recuperou e postou a fala de Caetano, no exato instante em que ele aborda a questão dos militares. Assista ao vídeo:


Reprodução ipsis litteris
- E os militares? - pergunta a jornalista.
- Os militares - responde Caetano - eles não estão na reforma da previdência, mas o Ministério da Defesa vem realizando discussões para um ajuste no sistema de reservas, reformas e pensões dos militares. [...] A reforma dos militares não necessita de uma Emenda Constitucional, porque todo o regulamento deles fica dentro de lei (sic), mas enfim, há uma discussão, dentro do Ministério da Defesa a respeito desse assunto.

Não foi bem assim, mas...
Como se vê, há uma clara diferença entre a fala do Secretário e a informação publicada em Época. Porém "discussões para um ajuste no sistema" é uma afirmação tão vaga que dá margem para diversas interpretações.

9 comentários:

Anônimo disse...

A cada minuto uma versão diferente? estão mais perdidos do que cego em tiroteio. Só pensam "naquilo": tirar mais dinheiro dos militares. Eu li na mídia que tem um "gênio" do congresso nacional querendo que os delinquentes cumprindo "férias" nas instituições para menores, tenham prioridade para incorporação às FFAA(?). Por que esse "gênio" não leva os "anjos" para serem assessores-junior dos parlamentares? Agora querem que as FFAA sejam responsáveis pela recuperação de delinquentes? Pra mim, tinham que iniciar a pena nesse "jardim da infância do mal" e depois seguir para presídio comum para terminar. Dizer que são vítimas da sociedade é uma ova.

Anônimo disse...

Há gente tentando aplicar o terror nesta situação. Não adianta ficar sofrendo antes do tempo.

Anônimo disse...

Nada a ver, a mídia dos ricaços (Globo, band, record, sbt etc) estão jogando contra. O que for contra o trabalhador, incluindo os militares, eles ajudam a ferrar.
Agora se for para isentar o lucro, aí é outra história.

Anônimo disse...

Eu acredito nos meus comandantes

Anônimo disse...

Está na hora de mais um esclarecimento por escrito desta "bagunça dilacerante de nervos " por parte de nossos comandantes. Aliás, é só o Comandante do EB que fala por aqui? Cadê o parecer dos Comandantes da Marinha e da FAB? Vão deixar "o barco na correnteza, chocando-se nas pedras" e quando "encalhar" em algum lugar, farão a contagem dos sobreviventes? O silêncio sugere omissão, indiferença, e está gerando ansiedade, angústia e abandono na tropa!

Anônimo disse...

Que levante o dedo, o primeiro que acredita em boas intenções do governo para com os militares. Um governo de "credibilidade", basta ver a relação do STF com os nomes dos ministros e políticos. Como o presidente já disse, se houver pedido de investigação, nada muda; se for aceito pela justiça e for iniciado o processo, o ministro será afastado, ou seja, continua ganhando sem fazer nada, e o governo terá que nomear o substituto pagando salário de marajá. Eles são muito bonzinhos com os seus.

Anônimo disse...

Pouco importa se é assim ou diferente, o que importa é que estamos sendo atacados e humilhados por esse governo. Não merecemos essa insegurança.
Nosso trabalho não visa o lucro, não produzimos riquezas, somos, sim, despesas. Não há qualquer demérito nisso porque temos a função social de segurança (Nacional). O que se deve perguntar é se levamos a sério o serviço que fazemos, e se estamos cumprindo a nossa função.
Sou radicalmente contra a intervenção, mas o que está acontecendo, com a retirada da Presidente eleita pelo povo e a colocação de um só a favor do lucro fácil e com a retirada dos direitos trabalhistas e previdenciários, e sem contar a falta de moral do legislativo e judiciários, tem de haver alguma ação.
Se somos da segurança nacional, o que dizer, então, da insegurança social (nacional) que este governo está promovendo, inclusive com as nossas vidas. Algo tem de ser feito.

Anônimo disse...

Pelo menos fica bem claro que os militares estão atentos a tudo que falam e que sabem muito bem o que não querem!

Anônimo disse...

Vindo o auxilio moradia com aumento nos adicionais, fico manso !!!


2° SGT 2008

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