4 de abril de 2017

Com recessão, indústria bélica prepara ofensiva no exterior

Guia com 650 produtos será levado para Fórum Mundial da OTAN na Austrália
Ernesto Neves
A recessão também afeta a indústria de defesa e segurança. Com o aperto na economia, os fabricantes criaram uma ofensiva de vendas para o mercado estrangeiro com o lançamento de um catálogo com 650 produtos.
O guia inclui mísseis guiados, aeronaves e armamentos e será levado para um Fórum da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), a aliança militar mais poderosa do planeta.
Radar On-Line (Veja)/montedo.com

2 comentários:

Anônimo disse...

poderiam liberar a venda de armas aqui no brasil ne , so a boi quase dobrou os preços das armas

Anônimo disse...

Industria bélica nacional???? Pouquíssimas que nasceram na última década, parecendo realmente que decolariam e se tornariam grandes empresas na área de defesa mas que chegam ao fim rapidamente com as politicas "nacionalistas" do novo "governo" "eleito democraticamente" nas "eleições de 2016". Mais uma vez não restará nada da incipiente industria nacional (defesa inclusa). Isso aconteceu com a Engesa e outras grandes empresas nacionais de defesa que tiveram seu fim "decretado". Pelo jeito que as coisas caminham, até os facões que os militares usam serão importados. talvez importem de algum país na África ou outro lugar (que fabricam facões).

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