6 de junho de 2017

Soldado do Exército é preso com 500 comprimidos de ecstasy e outras drogas

Fernando Garcel
Ponta Grossa (PR) - Um soldado do Exército, de 22 anos, foi preso acusado de tráfico de drogas em Ponta Grossa, na região dos Campos Gerais do Paraná, após uma denúncia anônima chegar até a Polícia Militar (PM), neste sábado (3). Os policiais encontraram mais de 500 comprimidos de ecstasy, 81 pontos de LSD e duas porções de maconha.
Os policiais abordaram o militar enquanto ele dirigia. No veículo, a PM encontrou mais de 100 comprimidos de droga. Depois, já na casa do soldado, foram encontrados o restante dos entorpecentes, além de materiais para embalar a mercadoria, dinheiro e uma balança de precisão.
Ele foi encaminhado para a Delegacia de Ponta Grossa. De lá, deve ser transferido para uma prisão militar, junto aos quartéis do Exército na cidade, para aguardar o inquérito da Policia Civil e da Corregedoria do Exército.
PARANÁPORTAL/montedo.com

5 comentários:

Anônimo disse...

Bom dia a todos ! Foi preso, ficará acautelado em uma OM carcerária, aguardando julgamento mas como não tem estabilidade será entregue a polícia civil assim que terminar o seu reengajamento. Já vi Comandante licenciar a bem da disciplina, mas não é correto pois pela Lei o indivíduo ainda é considerado suspeito, nem julgado foi, não tem sentença condenatória, o melhor recomendado pelos especialistas e não reengajar o militar nesta situação, se for de carreira tem que esperar o Trânsito em julgado da sentença, quem achar que estou errado vá pesquisar ou procure informações nas Ass Jur dos Comandos Militares de Área em especial a do CML, pois certos comentaristas aqui são sempre do contra.
Ten QAO R/1 Tu 89

Anônimo disse...

Só me surpreende quando o envolvido é sargento ou oficial. Os soldados são jovens, muitos de famílias pobres ou vivem em ambientes dominados pelo crime, facilmente convencidos pelos traficantes e pela "aparente" facilidade de trânsito por serem militares. Exemplos diários não faltam. Vejo quase todos os dias, jovens se reunindo para fumarem maconha em praças. Da maconha passam para a cocaína ou crak e, aí, vai ser difícil largar o vício.

Anônimo disse...

Sim. Esta errado. Pois pelo crime ele responde na esfera criminal, o que não tira a transgressão. O que já está consumado. E como o licenciamento a bem da disciplina é prerrogativa do Cmt, ele pode ser licenciado sim e DEVE, pois laranja podre se joga fora logo.

Cada um planta o que colhe

Ass Jur CMA

Anônimo disse...

Não estou errado não AssJurCMA, sua interpretação está errada, quando um fato ocorrido é crime, não se pode avaliar com transgressão, veja no RDE, quando há concurso de crime e transgressão, prevalece o crime, até pq o militar pode ser inocentado na sentença judicial, servi no CML vá na página da Ass Jur do CML ou leia as obras do Promotor Jorge Assis e sua página "Jus Militaris" na internet, e o "jus navigandi" pesquise a jurisprudência, o Cmt de OM tem poder discricionário mas ele não é ABSOLUTO, Por causa de orientação de "especialistas" como vc que as vezes o comando chafurda, apesar que tem alguns comandantes que não seguem a orientação de militares de sua assessoria e depois quebram a cara.

HERMES EMILTON PORFIRIO disse...

Bom dia, não creio que o entendimento do "Ass Jur" esteja correto, pelo simples fato de que NÃO HÁ CONDENAÇÃO, havendo, portanto, a possibilidade de absolvição do ACUSADO.
O licenciamento é, indiscutivelmente, prerrogativa do Cmt, no entanto, não poderá ser fundamentado na suposta Transgressão Disciplinar ou, mesmo, crime do ACUSADO, pois na hipótese de absolvição, estará a União sujeita a responder Ação Cível, por motivos óbvios.
Por absurdo que possa parecer, para leigos, o entendimento apresentado pelo Ten, possui amparo no Princípio Constitucional da Presunção de Inocência, o qual não pode ser afastado pé nossas vontades e convicções pessoais, principalmente se agentes públicos
Hermes Emilton

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