21 de fevereiro de 2017

Morre coronel da reserva do Exército baleado em assalto no RS

Porto Alegre (RS) - O coronel da reserva do Exército Léo Edson Schwalb, de 67 anos, baleado ontem à tarde durante assalto na zona leste da capital gaúcha, faleceu nesta madrugada, no Hospital de Pronto Socorro.
Na tarde de ontem (20) o militar estava em uma oficina na Rua Padre Caldas, no bairro Partenon, quando foi abordado por quatro homens que desceram de um Fiesta branco. Pelo menos dois deles estavam armados com um pistola e um revólver. "Eles pediram o veículo e o coronel da reserva levantou os braços, mas mesmo assim, deram dois disparos", observou o comandante do 19º BPM. Os tiros atingiram a cabeça e o abdômen de Schwalb.
O coronel era da Arma de Cavalaria e passou para a reserva em setembro de 2001.

Leia também
Correção: Coronel do Exército é baleado ao ser assaltado em Porto AlegreCaminhonete de coronel baleado em assalto é encontrada em Porto Alegre


5 comentários:

Anônimo disse...

Assim como morre qualquer cidadão...Nem mais nem menos...A realidade é essa, enquanto não tiver leis mais severas e que se cumpra....affff

Anônimo disse...

Essa é a inversão de valores que está acontecendo em nossa sociedade: cidadãos de bem à mercê de criminosos. Muito triste ver notícias como essa...

Marcelo Carvalho disse...

Uma lástima. Morreu muito jovem... Que Deus conforte a família.

Anônimo disse...

E o pior dessa estória, igual a muitas pelo Brasil, é que o marginal estava "trabalhando", como de costume, e tem todos os seus direitos garantidos por lei, inclusive pode pedir indenização se ficar em local superlotado e a família receber um salário maior que o do trabalhador escravo comum. Quem vai ser condenado? A família da vítima, que nunca mais terá seu ente querido. O marginal, provavelmente não ficará nem seis meses "hospedado" e voltará a "trabalhar", afinal tem que prover o sustento da família e vícios. Brasil, políticos corruptos, covardes e autoridades passivas demais.

Anônimo disse...

Tudo isso por conta da ditadura do politicamente correto, se perguntar a qualquer cidadão o que ele pensa sobre o tratamento dado a criminosos nesse país, o resultado vai ser praticamente unânime. Mas nossos políticos especialistas se fazem de desentendidos e ignoram a vontade da população. Assim como fizeram com o referendo do desarmamento.

Arquivo do blog

Compartilhar no WhatsApp
Real Time Web Analytics