1 de fevereiro de 2017

Rio e Mato Grosso do Sul pedem presença de Forças Armadas em presídios

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Paulo Victor Chagas - Repórter da Agência Brasil
Os governos do Rio de Janeiro e de Mato Grosso do Sul solicitaram ao presidente Michel Temer o envio de tropas das Forças Armadas para atuar em varreduras em penitenciárias estaduais. A partir dos pedidos, encaminhados nessa segunda-feira (30) ao Palácio do Planalto, o governo federal já pode autorizar o envio de militares para revistar celas em busca de armas, drogas e aparelhos celulares.
Três estados já haviam pedido reforço federal para apreensão de objetos proibidos em presídios: Roraima, Amazonas e Rio Grande do Norte. Os três estão no centro da crise no sistema prisional que deixou mais de 100 detentos mortos no começo do ano.
De acordo com o governo federal, pelo menos 1 mil militares serão liberados para atuar nas penitenciárias, a depender das demandas estaduais.
Hoje foi confirmada a transferência para presídios federais de cinco detentos apontados como líderes de rebeliões ocorridas na Penitenciária Estadual de Alcaçuz, na região metropolitana de Natal.
Edição: Luana Lourenço
Agência Brasil/montedo.com

2 comentários:

Anônimo disse...

Descobriram o "Posto Ipiranga"! "Severinooos!!! Depois vem o pedido de mais dinheiro do nosso bolso. Numa boa, não sei se poderia ser assim:Se um governador pede o emprego das Forças Armadas para fazer uma missão dessas, que não é tão sofisticada e específica da Força, então, deveria ser determinado imediatamente uma intervenção federal no sistema carcerário e uma auditoria profunda, para saber onde e como o dinheiro destinado para as penitenciárias foi usado e punição severa para os responsáveis. Vale lembrar que eles colocam a segurança da população em risco por não administrarem corretamente.

Anônimo disse...

Concordo com o comentário acima. Somos anônimo e sabemos o quanto isso será ruim pra os militares que estão aqui no RJ
Nós,principalmente os amigos praça,sofreremos retaliações dos traficantes e não faremos nada. Sem intervenção é por cabeça de militares a premio

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