3 de fevereiro de 2017

Mais caro e inferior aos concorrentes: Brasil abandona projeto de compra de defesa antiaérea da Rússia

Brasil abandona projeto de compra de defesa antiaérea da Rússia
Mais caro, inferior aos concorrentes, o equipamento de 1 bilhão de dólares, quase foi comprado no governo Dilma Rousseff
Da Redação
O governo brasileiro colocou um ponto final em uma negociação que já se arrastava há quase cinco anos. Os comandantes militares foram informados que o Brasil não fechará a aquisição de sistemas de defesa antiaérea de fabricação russa.
Orçados em mais de 1 bilhão de dólares, os sistemas Pantsir-S1 eram criticados pelos militares que preferiam modelos mais baratos e eficientes produzidos por outros países.
O Ministério da Defesa já havia sinalizado para os russos que não daria sequência na negociação, que tinha entre os participantes a Odebrecht Defesa como uma das partes interessadas.
Leia o que já foi publicado no Blog sobre a compra do Pantsir-S1
Pepino russo
Apesar de considerada “inviável”, por parte do Brasil, a venda era trada pelos russos como algo possível. Chegaram inclusive a ameaçar colocar barreiras para entrada da carne brasileira, caso o negócio não fosse fechado.
Na semana passada, os Russos foram avisados que o programa foi cancelado e que o Pantsir-S1 não faz mais parte das intenções de compra do Ministério da Defesa por ser caro demais e fora dos padrões exigidos pelas Forças Armadas do Brasil.
No futuro, quando houver orçamento para uma nova concorrência internacional, o Pantsir-S1 não será considerado como uma das opções de compra.
Em 2012 os militares distribuíram a trinta fabricantes estrangeiros um relatório com as especificações desejadas para o equipamento. Entre outras exigências, as baterias deveriam ser compatíveis com os radares usados no país, caber nos aviões de carga da Força Aérea Brasileira (FAB) e ser equipadas de mísseis com alcance de 30 quilômetros. Pantsir-S1 não atende a esses requisitos.
Veja/montedo.com

6 comentários:

Anônimo disse...

Juntar equipamento ultrapassado, caro, sofrer sanções comerciais para forçar o negócio e, ainda, ter a famosa Odebrecht Defesa no meio? Prejuízo certo. E agora temos o "menino rabugento" que faz biquinhos como presidente americano e que, certamente, vai querer vender armas para nós.

Anônimo disse...

Foi para esse projeto que um certo militar da banda foi levada até a Rússia para auxiliar na avaliação do material?
O tal militar não casado com uma "cumpanheira"?!

Anônimo disse...

Não foi esse equipamento que foi o Sub Músico, casado com uma figurona do governo da Dilma, pra Rússia emitir um relatório?

Anônimo disse...

Por ter equipamentos como esse que, talvez, a Rússia não seja uma potência militar. Mas vamoz esperar que ja ja vai chegar algum refugo americano da guerra do golfo ( década de 90). Imágico a festa que vai ser. República de bananas e vira latas.

Anônimo disse...

Que isso! Sub músico pra fazer relatorio de armamento! Fala sério, só Brasil mesmo.

Anônimo disse...

e os "especialistas" aqui batendo palmas, enganados pela antiga lenda de que material militar russo é melhor do que o ocidental... influência de propina, ameaça de sanções comerciais, ideologia torta e "consultoria" de SUB MÚSICO: só não viu que tava tudo errado desde o início quem não quis!

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