5 de fevereiro de 2017

Recado às vivandeiras de quartel: aqui, não passarão!

Resultado de imagem para vivandeirasBastou o Comandante do Exército se manifestar a respeito das mudanças na Previdência e as vivandeiras de quartel começaram a pulular na área comentários do Blog, clamando por intervenção militar. 
Já escrevi e repito: não passarão! Não há espaço aqui para a promoção de ilegalidades.
Como disse, o texto do General Villas Bôas é contundente, porém não dá margem a qualquer sugestão de ruptura institucional. Respeitar e cumprir a Constituição é o que diferencia um país democrático de uma republiqueta.

8 comentários:

Anonimus disse...

http://g1.globo.com/to/tocantins/noticia/2016/12/assembleia-aprova-aumento-de-ate-r-10-mil-para-policiais-do-tocantins.html

Anônimo disse...

O Senhor deve estar de brincadeira, "ilegalidades", "ruptura institucional", isso é o que vivemos hoje. Todos os dias os poderosos rasgam nossa constituição,mesmo esta tendo sido feita por eles, e ainda se fartam deslavadamente com nosso suado dinheiro por meio da corrupção sistêmica e institucionalizada, e o senhor vem falar de ilegalidades, democracia, ruptura institucional..., realmente não sei em que País você vive

Anônimo disse...

E viva democracia, e viva a constituição! Que mané intervenção militar o que cara pálida? Te orienta rapaz!

Léo disse...

Eu não sei o que te motivou a escrever o texto acima,Montedo.Certamente tens os teus motivos!Mas imoral ,nojento e abominável é sermos tratados,sim senhor, os militares das Forças Armadas, em especial as praças,como cidadãos de terceira classe.Terceira classe! Tampamos o rombo do governo FHC com o sacrifício das nossas famílias.Imaginamos ,à época,que tinham retirado tudo de nós.Que tínhamos chegado ao fundo do poço.Agora, vamos tampar o rombo do PT.Em que adiantou o nosso sacrifício ,das nossas famílias,com a MP do Mal ? SAQUEARAM O BRASIL COM O NOSSO SACRIFÍCIO E DAS NOSSAS FAMÍLIAS ! Ainda temos que ler ,na Folha de São Paulo,o CMT do EB, Gen Villas Bôas,questionar o " Que a nação deseja para as forças Armadas". Para muitos de nós ,está Claríssimo,há décadas: VENCIMENTOS VEXATÓRIOS, HUMILHANTES, VERGONHOSOS E RIDÍCULOS!!!

Anônimo disse...

Ruptura institucional? Isso já houve e os militaares que deveriam ser seus guardiões simplesmente se omitiram. Ruptura institucional.....! E a maioria dos brasileiros nao quer militar comandando a nação.....principalmente esses militares daqui que todos sabem que rezam a cartilha da cia e da banca.

Anônimo disse...

Eu sou um, que agiu como uma vivandeira....

Peço desculpas...

ALMANAKUT BRASIL disse...

Castelo Branco durou muito no poder, para contar história!

Castelo Branco morreu, logo após deixar o poder, em um acidente aéreo (mal explicado pelos inquéritos militares) ocorrido em 18 de julho de 1967.


No processo sucessório, Castelo acabou sendo pressionado a passar a faixa presidencial para o general da "linha dura", Artur da Costa e Silva, porém começou a organizar com o senador Daniel Krieger um movimento contra o endurecimento do regime.


Por fim, Costa e Silva tomou posse da presidência em 15 de março de 1967, mesma data em que entrava em vigor a nova Constituição e deixavam de vigorar os Atos Institucionais de número 1 a 4 (AI-1, AI-2, AI-3 e AI-4, respectivamente). Por isto, Costa e Silva assumira o poder sem possuir nenhum poder extraconstitucional. No entanto, na disputa entre os dois grupos militares o da "linha dura" acabou saindo vencedor, pois após a nomeação e posse o general Artur da Costa e Silva decretou o Ato Institucional Número Cinco (AI-5), e deste modo realmente tornou o regime mais autoritário. (Humberto de Alencar Castelo Branco - Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.)

Anônimo disse...

Parabéns, Montedo. Eles gostam de falar em Intervenção militar constitucional. Onde eles leram isso na Constituição? kkkk

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